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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Capitulo 54 - A mais louca 'desaparição'.

Após a conclusão da difícil ‘tarefa’, prestes a subir a escada novamente, sem ninguém por perto, Alice carregava consigo a mais terrível ideia de que tudo teria ‘acabado’.. Aquela amizade amada e tão demorada a ser conquistada, guardava os mais belos dias planejados por ela. ... Nada mais podia e nem faria um certo sentido. .. ‘’Não havia mais motivos pra sorrir’’ então... Por que 'viver', ou ter de continuar, ali?!
-.. Antes de você subir, vamos ter o adiado final de conversa! – Como de costume, Franco surge de repente.
- Cadê a Eva? – Sua expressão, não se tornou agradável em vê-lo.
- Foi embora.
- Oque? – Ela logo se espanta. – E você me diz com essa tranquilidade toda? Até ela você me fez perder?! – De mãos no bolso, ele passeia pela sala.
- Decidiu esfriar a cabeça... Melhor assim, menos uma. – Mesmo depois de todo o ocorrido, a cada palavra pronuncia por aquele ‘novo homem’ a surpreendia ainda mais. - Oque deu em você? Oque fez com o meu pai? – Do alto da escada, ela o encarava. – Será que é possível traze-lo de volta?.. Assim, quem sabe ele ainda possa ter tempo de poder concertar as coisas...
- Pra que? – Em poucos instantes de silencio, ele se altera. – Pra vocês poderem tentar me fazer de idiota mais uma vez?! CANSEI ALICE!
- Você está completamente louco!
- Se você diz. – Ele é rápido.
- Olha pelo o que me fez passar! – De pés descalços, ela desce mais alguns degraus.– Expulsou sua enteada da própria casa! Fez sua mulher se cansar das suas malditas regras! E.. Tudo isso, pra que? Pra se sentir mais poderoso? – Franco não esboçava nenhuma ‘emoção’.
- Eu fiz um favor pras duas. .. Destruí a ‘família feliz’! – Ele sorri, irônico.
- Você me fez ficar... Sem a pessoa mais importante da minha vida. – Em seus olhos, já podiam ser vistos vestígios de ‘agua’.
- Você supera. – Ela encarava, a frieza de Franco.
- Só se for, bem longe de você... – Se afastando lentamente, ela logo sobe as escadas como um legitimo furação.
- Volta aqui! Alice! – Ele segue seus rápidos passos.
Dentro do quarto, frente ao guarda roupa, ela já jogava sobre a cama as ‘fortes’ mudas de roupas. .. Em meio à decretada bagunça, ela procurava o celular a fim de logo conseguir fazer seu pedido de ‘socorro’.
- OQUE VOCÊ PRETENDE FAZER? – O aparelho é bruscamente, arremessado. – FUGIR? OU DORMIR DE NOVO COM O PEDRO?!
- OQUE EU PLANEJAVA UM BOM TEMPO COM AS MENINAS! – Ela o enfrentava, sem medo de atingir seu tom de voz.
- BOM, SINTO EM LHE INFORMAR QUE SEU PLANEJAMENTO, FOI POR AGUA ABAIXO! – A corrida até a porta, é vencida por ele.
- NÃO! PAI! NÃO!
A forte batida de imediato, a faz tampar os ouvidos.
- Pensa bem nas coisas que me disse... Fiquei muito magoado. – Ele recuperava o tom sereno de antes. – Terá tempo de sobra pra realizar este meu desejo... Não pretendo livra-la do castigo, tão cedo. – Ele finaliza o ‘virar’ da chave. – Tenha um bom dia.
- ME TIRA DAQUI! PAI! – Nenhum chamado era mais respondido.


-... Vai Vó, responde.. Como o senhor sabia que eu morava aqui? – Diego aproximava-se cada vez mais espantado.
- Vocês ainda não estão na fazenda? – Leandro brincava com os netos, feliz da vida. – Ok, ok.. Tiveram de resolver o problema na casa dos ‘Albuquerque’.. Tudo bem dessa vez perdoou os dois... Mais só desta vez, em!
- Você contou pra ele? – Ela logo o interroga.
- Não.. Nem tinha como dar tempo.
- Não se esqueçam das ferramentas... – Ele ri das próprias caretas, em meio à brincadeira.
- Vó, por favor, não muda de assunto!
- As crianças precisavam de mim, cá estou eu! – Com os gêmeos confortavelmente em seus braços, ele levantava sorridente.
- Pera lá! .. Ainda não esclareceu o fato de saber desse lugar.. O combinado entre agente era manter segredo até que o senhor estivesse pronto.. – Ele trazia pra si um dos irmãos, o unindo em um aconchegante abraço.
- Eu sei meu filho, mais... Eles realmente precisavam de mim. – Escutando passos, Leandro percebe alguém próximo.
- Que loucura é essa Vó? .. De aparecer assim em todos os lugares de repente.. – Ele pronunciava baixo, a fim de não ‘irritar’ o menino.
- Seus irmãos já voltaram ao normal, compartilhem com todos a melhor e mais simples novidade.
-.. A Silvia te viu? .. Como foi a reação dela? – No colo do irmão, mesmo tão pequeno Bruno parecia demonstrar toda sua saudade no mais inocente ato de sorrir. – Vó?! – O soar do salto ao chão, lhe vinha como resposta. Após tirar Danilo dos braços, o sábio senhor deixava no ar sua mais louca ‘desaparição’.
- É.. Eu acho que não. – Vendo os resmungos do bebe ‘solitário’, Roberta então fica imóvel.
- Eu nunca que vou entender esse lado dele.. – A respiração da namorada se mostrava ainda mais nervosa.
- Oque foi?
- Nada. – A agonia aumentava de acordo com o ‘desespero’ do menino a pedido de um colo.
-.. Não quer pegar o Danilo? ..Acho que ele tá querendo ir com você.. Afinal de contas, não era seu preferido? – Conhecendo o medo que ultimamente a corroía, Diego é delicado.
- Mais e se eu.. Deixar ele cair? .. – Ela encara o bebe sorridente. -... Não, melhor não!.. A Si.. – Ela se retrai. .. Deixando Bruno no carrinho, Diego entrelaça suas mãos as dela.
- Tenho certeza que não.. – Ele acaricia seu rosto, beijando sua boca levemente. - Vem cá, vem Dani.. – Ela o olhava despreparada. - Confia em mim.. E em você. - Após o passar de forças dele, Roberta o pega desajeitada.
- Não sai de perto de mim... - A voz saia tremula.
- Pode deixar. - A vendo mimar o ‘preferido’ ele admira a cena afrouxando facíl o espaço do encaichar de seu sorriso.
- Você consegue ficar ainda mais linda, desse jeito. - Ela destaca seu meigo jeito de sorrir.
- Ah! Graças a Deus vocês apareceram! – Assim que os vê, ela termina o descer da escada, rapidamente. – A convulsão voltou! Eles.. Eles precisam de um hospital nesse in.. – Lado a lado com os bebes no colo, eles observam de perto o desespero dela.
- Acho que era saudade do mano, né meninão?! – Ele o ergueu alto para o olhar, arrancando do pequeno constantes risadas.
- Ai meu Deus! Como pode?! .. – Silvia logo se surpreende. – Eles.. Eles estavam chorando há pouco tempo atrás e agora.. Estão..
- Bem? – Em coro, os dois a completam.
- É.. Parece até..
- Fica tranquila, foi só um susto. – Ele observava Roberta atrapalhada com o menino. – Então o seu Leonardo Maldonado, foi viajar?
- É.. Hoje de madrugada. – No mesmo instante, o telefone toca.
- Pega ele, pega, pega, pega ele! – Ela ‘passava’ a criança desesperada a seu colo.
- Oque foi isso? .. Ele tava adorando ficar com você.. – Ele ajeitava o menino no carrinho.
- Tava nada, ele não gosta de mim... – Colocando parte do cabelo pra trás da orelha, ela fica de costas a ele.
- Que besteira meu amor... Você sabe muito bem que o Danilo é louco por você. – Ele deslizava as mãos por entre sua cintura.
-.. Só que eu não me do bem com crianças. – Ela se mostrava ‘distante’.
- Isso.. É você quem tá dizendo.. Você sabe que pode ser uma m...
- Meninos.. – Silvia encontra nos dois, uma grande parte pra solução de seus problemas. – Bom.. É que a Marcia pra variar, foi passar o dia na casa do Téo e eu tenho de resolver uma coisa urgente com o sindico do condomínio... Será que vocês poderiam me fazer um favor? – Ele consente.
- E em que seriamos uteis? – O favor que Silvia tinha em mente, nem passava pela cabeça dela que seguia agora, após a frase que ele havia dito, pensativa.
- Na verdade é em especial a Roberta... Quer dizer se ela aceitar. – Junto a Silvia, Diego a olha no mesmo instante.
- E o que seria? – O ‘leãozinho’ de Danilo, permanecia em suas mãos por acaso.
- Você.. Faz os dois dormirem, pra mim? – A pergunta à deixa completamente, apavorada.
- Como? Dormir?! .. Eu? – O boneco cai de suas mãos, lentamente.

Continua...

2 comentários:

moonlight disse...

++++++++++++++++++++++++++++++++

Anônimo disse...

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Florianópolis, Santa Catarina, Brazil
Bem vindos a Web Novela Roberta e Diego. Viaje junto com agente na historia desse grande amor. Escrita por Gabriela Medeiros & Stefane Barcelos.